Luana Sanches · Psicanalista

Como funciona a análise

Do primeiro contato à sessão semanal: o que esperar — e o que não esperar — de um processo de psicanálise.

A análise começa por uma conversa online, sem custo e sem compromisso. Nela você conta o que está acontecendo e avaliamos juntas se faz sentido seguir. Se fizer, combinamos o formato — presencial em Perdizes, São Paulo, ou online — e um horário fixo. A partir daí, o trabalho é falar: sobre o que aperta, sobre o que se repete, sobre o que ainda não tem nome.

1. O primeiro encontro

É uma conversa, online, para nos conhecermos. Você fala o que quiser falar, no ritmo que der, e eu escuto. Não é uma avaliação, não existe resposta certa e você não precisa chegar com o problema formulado — muita gente chega justamente porque não consegue explicar o que sente.

Ao final, você sabe como é ser escutada por mim e decide, com calma, se quer continuar. Não há custo nem compromisso nesse primeiro encontro.

2. O enquadre das sessões

Se decidirmos seguir, combinamos o formato e um horário. Esse acordo — o enquadre — não é burocracia: é o que dá à análise um lugar estável no meio da vida. Saber que existe um dia, uma hora e uma pessoa que escuta muda a relação com aquilo que incomoda, mesmo nos intervalos entre as sessões.

O formato pode ser revisto ao longo do processo. Quem começa online e passa a morar perto pode migrar para o presencial; quem muda de cidade não precisa interromper o que começou.

3. O que acontece em uma sessão

Você fala. Eu escuto e, de tempos em tempos, intervenho — com uma pergunta, uma pontuação, às vezes só com a repetição de uma palavra que passou rápido demais. A psicanálise trabalha com aquilo que escapa: o lapso, a hesitação, o assunto que volta sempre, o sonho que não sai da cabeça.

Não há tarefa de casa, técnica a executar nem conselho pronto. O que existe é um tempo protegido em que sua fala pode ir aonde precisa ir.

Cada pessoa é autora de uma história que ainda está sendo escrita pelo inconsciente.
— Christopher Bollas, psicanalista

4. Quanto tempo dura um processo de análise

Não existe prazo fixo, e desconfio de quem promete um. Há questões que se movem em poucos meses e outras que pedem anos. O que posso dizer com honestidade é que a análise não elimina as dificuldades da vida — ela amplia as formas de lidar com elas. Muda menos o que acontece e mais o lugar de onde você responde ao que acontece.

O processo também tem fim. Ele chega quando aquilo que trouxe você até aqui já não organiza a sua vida do mesmo jeito, e essa decisão é conversada, não decretada.

O que a análise não é

  • Não é atendimento de emergência. Em crise ou risco, ligue 188 (CVV, 24 horas) ou procure o serviço de saúde mais próximo.
  • Não substitui acompanhamento médico ou psiquiátrico. Como psicanalista, não faço diagnóstico nem prescrevo medicação; quando há tratamento médico, a análise caminha ao lado dele.
  • Não é coaching nem aconselhamento. Não entrego metas, planos de ação ou respostas rápidas.
  • Não promete resultado. Promete escuta, constância e sigilo.

Como começar

Me chame no WhatsApp (11) 94744-3575, conte em duas linhas o que está acontecendo e combinamos o primeiro encontro. Se preferir entender mais antes, veja as perguntas frequentes ou quem eu sou.

Primeiro passo

A primeira conversa é online, sem custo e sem compromisso.

É um encontro para você contar o que está acontecendo e nós duas avaliarmos, com calma, se faz sentido seguir juntas. Se não fizer, tudo bem — você sai com um pouco mais de clareza sobre o que procura.

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